Howth

Antes de ir pra Londres, passei um dia em Howth, uma cidade proxima de Dublin, com um belo porto, praia, montanhas.

Achei muito charmosa  e estava tendo o festival do camarao, entao lotada de gente, parquinho funcionando, bem animada.

Alem da paisagem, tem muitos brechos por lá, assim como em quase todas as cidades que visitei na Europa , com roupas de excelente qualidade.

Quem tiver de boa, no final de semana, pega um Dart e vai conhecer Howth, tenho certeza que assim como eu, irão adorar!

Agora as fotos:

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Namore um garoto que viaja

Namore um garoto que tenha mais experiências ricas que brinquedos, uma pulseira hippie ao invés de um rolex. Namore um garoto que zomba quando escuta as palavras “férias”, “all-inclusive” ou “resort”. Namore um garoto que viaja não porque está cego por um único objetivo, mas motivado por vários.Você deve encontrar ele num aeroporto, ou numa livraria procurando guias de viagem, os quais ele “só os usa como referência”.Você vai saber que é ele porque quando espreitar a tela do seu computador, o plano de fundo vai ser uma cena de explendidas montanha rochosas, vales ou bandeiras de oração. A conta do Facebook dele vai ser lotada, e seu mural terá mensagens num inglês-meia-boca “Miss-you” de amigos que ele fez ao longo do caminho. Quando ele viaja, ele faz amigos-pra-vida-toda em uma hora. E os quais o contato com esses amigos é esporádico e talvez espaçado, porém fortes e inquebráveis e, se ele quisesse, poderia ter um sofá para dormir no mundo inteiro… de novo!

Compre pra ele uma cerveja, talvez a mesma do slogan da camiseta que ele está vestindo por debaixo de uma camisa xadrez, impedindo-o de ir embora. Uma vez que um viajante volta pra casa, raramente as pessoas escutam suas histórias. Então escute-o, deixe que ele pinte um quadro que te traga para dentro do seu mundo. Ele pode falar rápido e deixar passar alguns detalhes porque ele estará muito empolgado por ser escutado. Incentive o entusiasmo dele. Deseje isso para você.

Ele vai vibrar que nem criança quando a última edição da National Geografic chegar pelo correio, para logo em seguida crescer e ser adulto de novo enquanto analisa todas as fotos, todas as aventuras. Na sua cabeça, ele se insere naquelas fotos. Ele vai te questionar sobre seus sonhos, e com competitivamente sobre a coisa mais louca que já fez na vida. Diga a ele. E saiba que provavelmente ele vencerá. E se você tiver alguma chance de vencer, saiba que o próximo objetivo da vida dele será te superar. Mas então ele dirá “talvez a gente possa fazer isso juntos!♥” .

Namore um garoto que vive de uma mochila porque ele é feliz com menos. Um menino que viajou, viu pobreza e jantou com aqueles que vivem na favela, sem água corrente, e ainda recebem bem os estrangeiros, com maior hospitalidade que os ricos. E por conta disso, ele ve como a vida sem luxuria pode significar uma vida alimentada por relacionamentos e família, muito melhor que uma vida alimentada de carros, diversão e ego. Ele experimentou várias maneiras de ser, respeita religiões alternativas e vê a o mundo com os olhos de uma criança de 5 anos, curioso e faminto por conhecimento. Seu pai também vai ficar contente porque ele é bom com dinheiro e sabe economizá-lo.

Esse garoto saboreia a casa, o conforto de um edredom, a segurança da comida da mãe dele, jogar papo fora com os amigos de infância e a glória de se sentir a vontade em seu banheiro. Embora ele seja ferozmente independente, teve tempo para refletir sobre si mesmo e seus relacionamentos. Apesar de seu desejo de viajar, ele conhece e valoriza seus laços de casa. Ele teve muitas vezes que perder e perder. Devido a isso, ele também sabe uma coisa ou outra sobre despedidas. Ele sabe da imensa incerteza de sair do conforto de casa, o indefinido “até logo” nos portões de embarque, e ainda assim ele vai sem medo para o desconhecido, porque ele sabe o sentimento de retorno. E que o abraço “que saudaaade” é o melhor tipo de abraço em todo o mundo. Ele também sabe que despedidas são apenas prolongados “até-logos” e que ‘Olá’ é apenas tão distante quanto o ciber-café mais próximo.

Não segure este menino. Deixe-o ir e vá com ele. Se você não viajou, ele vai abrir seus olhos para um mundo além das notícias e da percepção popular. Ele vai trazer seus sonhos para realidade. Ele vai acalmar seus nervos quando você está prestes a perder um voo ou suas reservas de hotel nao confirmadas, porque ele sabe que a viagem é uma aventura. Ele vai fazer graça dos ruídos desagradáveis que você faz quando você tiver uma intoxicação alimentar. Ele vai fazer você rir através do desconforto ao mesmo tempo enxugando a testa com um pano frio e cuidando de você com água engarrafada. Ele vai fazer você se sentir como se estivesse em casa.

Quando vocês virem algo maravilhoso, ele vai segurar forte a sua mão em silêncio, vai olhar para o chão onde está pisando no momento, e sorrir porque você está ao lado dele.

Ele vai viver em cada momento com você, porque esta é a forma como ele vive sua vida. Ele entende que a felicidade não é mais do que uma série de momentos que deslocam a neutralidade, e ele está determinado a amarrar como muitas dessas cordas juntas como ele pode. Ele também entende sua necessidade de viver para si mesmo e que você tem um bucketlist de seu próprio país. Entenda o dele. Entenda que seus objetivos podem diferir em alguns pontos, mas que a independência é a base de um relacionamento saudável quando é mutuamente respeitado. Você pode perdê-lo um pouco, mas ele sempre vai voltar para casa trazendo uma nova história e uma lembrança que ele pegou porque lembrou de você, como se fosse feito para você, e porque sente sua falta. Você pode ser obrigada a fazer o mesmo. Certifique-se de que a independência está em seu bucketlist, e certifique-se que está destacada. A Independência vai manter seu relacionamento renovado e empolgante, e quando estarem juntos novamente ele irá forjar um vínculo de confiança inquebrável.

Ele vai propor que você viole sua zona de conforto, quer se trate de um medo, como pára-quedismo ou nadar com tubarões, ou sentar ao lado da pessoa fedorenta em um ônibus superlotado. Não vai ser com um anel de diamantes, mas com um símbolo de uma cultura nativa ou inspirados pela natureza, como um pinguim gravado numa pedra.

Vocês vao se casar em algum lugar incomum, cercado por um grupo seleto, em um momento construído para celebrar a aventura do desconhecido juntos novamente. Case-se com o rapaz que viajou e, juntos, vocês vao fazer do mundo inteiro sua casa. Sua lua de mel não será perdida num jantar buffet e open-bar de praia, mas será lembrado nas fotografias triunfantes no topo do Kilimanjaro e imortalizado na dor gratificante dos músculos no final de um longo dia de caminhada .

Quando estiverem prontos, você vai ter filhos que têm os nomes dos personagens que você conheceu em suas viagens, os nomes estranhos de pessoas que cavaram um lugar especial em seu coração mesmo que apenas por alguns dias. Talvez você vai viver em outro país, e seus filhos vão aprender de língua e costumes que abrem suas mentes desde o início, não deixando espaço para o preconceito. Ele vai apresentá-los para a vida de Hemingway, a viagem de Santiago, e capacitá-los a viver ainda mais grandiosamente do que vocês dois.

Case com um cara que viaja, e ele irá ensinar seus filhos a beleza de uma singela pedra, a história dos Incas e irá encorajá-los a um mundo de possibilidades. Ele vai explicar-lhes que agarrando oportunidades certas, não há medo. Ele vai ensiná-los a se arriscar.

E quando você envelhecer, você vai sentar-se com seus netos derramando sobre seus álbuns de fotos e lembranças de tesouros do mundo, enquanto eles também se inserem em suas fotografias, provocada pela beleza do mundo e inspirado por sua vida nele.

Encontre um menino que viaja, porque você merece uma vida de aventuras e possibilidades. Você merece viver leve e abraçar a simplicidade. Você merece a olhar a vida através dos olhos de jovens e com os braços bem abertos. Porque este é o lugar onde você vai encontrar alegria. E melhor, você vai encontrar a alegria juntos. E se você não consegue encontrá-lo, viaje. Vá. Adote-o. Explore o mundo para si mesmo, porque os sonhos são o material de onde a realidade é criada.

AUTOR: ALO, ALO MARCIANO

Esportes radicais na Irlanda

Olá galera

Curtimos bastante fazer esportes radicais aqui no Brasil e como vamos morar em Dublin, logico que pesquisamos quais as opções, até que tem algumas interessantes .

A Irlanda tem muito a oferecer, se você gosta de se divertir ao ar livre, por exemplo…

Esportes Aquáticos

Surf, mergulho, wind-surf, Kite-surf, caiaque e até mesmo apreciar baleias e golfinhos!

O país também tem uma das melhores áreas de surf da Europa. Mas tem que ser corajoso, pois a temperatura nem sempre e agradavel!

Caminhadas

A Irlanda tem alguns dos melhores cenários do mundo e muitas pessoas vem aqui especialmente para conhecer a maravilhosa paisagem do país.

Mountain Biking

Andar de bicicleta também é uma ótima maneira de ver a Irlanda e a melhor idéia é viajar pelas estradas menores, cruzando as vilas da Irlanda.

Equitação

O povo irlandês é realmente apaixonado com equitação, especialmente fora das grandes cidades. Você pode até mesmo experimentar uma cavalgada ao longo de algumas das praias da Irlanda!

E tem mais…

Desde o começo do processo de paz em 1998, que trouxe uma tranquilidade relativa à Irlanda do Norte, o investimento no setor turístico propiciou o surgimento de novas atrações, que complementam as conhecidas Calçada do Gigante e murais de Belfast.

Sua ampla oferta se movimenta agora desde as atividades mais tradicionais, como caminhadas, mergulho e caça, para outras que ajudam a aumentar os níveis de adrenalina.

Uma delas é The Jungle (A Selva), o primeiro parque de atividades de aventura estabelecido na ilha, que não tem nada que invejar, por exemplo, aos franceses, pioneiros neste tipo de oferta turística.

Situado no povoado de Moneymore, a cerca de 65 quilômetros ao oeste da capital, sua atração de destaque é o circuito de cordas, um percurso por árvores que coloca à prova o equilíbrio, coragem e vertigem do participante, que passa por até 40 obstáculos de galho em galho a 30 metros de altura.

Aumentando a adrenalina
Se a dose de adrenalina não for suficiente, pode-se testar uma batalha de paintball e zorbing, uma atividade importada da Nova Zelândia, que consiste em entrar em uma grande bola de plástico inflada e rolar por uma ladeira.

The Jungle também oferece tiro ao prato, uma atividade vetada ao público em geral até poucos anos atrás porque as autoridades norte-irlandesas temiam que fosse utilizada pelos pistoleiros de grupos paramilitares para afinar a pontaria com fins mais sinistros do que os de caçar aves.

Um trajeto de carro na direção oeste levará ao viajante até Limavady, zona fronteiriça do condado norte-irlandês de Londonderry, situada junto ao lago Foyle e o imponente Monte Binevenagh.

Aqui, Ian Martin e seu filho Jamie mantêm uma fazenda de gado estabelecida por seus antepassados há mais de 200 anos. Um negócio que diversificaram agora para transformá-lo em uma área de tempo livre na qual praticar paintball, tiro com arco e a condução de hovercrafts ou aerodeslizadores.

Sua empresa ganhou em 2010 o prêmio de “Melhor Negócio Rural da Irlanda do Norte”, cujo governo ofereceu incentivos econômicos para encorajar as indústrias tradicionais da província a entrar para o setor turístico.

Após uma breve lição de condução, qualquer um está pronto para dirigir aerodeslizadores e enfrentar um circuito de erva, conduzindo por suas sinuosas curvas e suas passagens de água.

“Cidade amuralhada”
Para completar uma jornada cheia de ação, nada melhor do que passar a noite em Derry, a “Cidade Amuralhada”, marcada pela História desde o “Cerco de 1689”, quando as tropas do rei católico Jacob II, da Inglaterra, assediaram seus muros para submeter a população protestante.

Quase 300 anos depois, Derry se transformou de novo em protagonista deste antigo conflito, quando soldados britânicos abateram a tiros em 1972 14 católicos inocentes que participavam de uma marcha pelos direitos civis de sua comunidade, o conhecido como “Domingo Sangrento”.

Todas estas histórias são contadas com amenidade e rigor histórico por qualquer dos guias da companhia Martin McCrossan’s City Tours, que oferece passeios a pé ou de táxi a preços razoáveis pelos pontos mais significativos da cidade.

A caminho da costa, na busca de mais aventuras, as montanhas Mourne, no condado de Down, oferecem uma ampla gama de atividades, como o canyoning (canionismo ou rapel em cachoeiras), canoagem e passeios a cavalo, um aperitivo até chegar ao Atlântico.

Em frente aos penhascos do condado de Antrim, o mar esconde navios de guerra afundados e, inclusive, restos da Armada Invencível espanhola, um atrativo para os amantes do mergulho e para os caçadores de tesouros.

A associação de mergulho Aquaholics oferece imersões para todos os níveis ao longo desta linha de costa impoluta.

Uma da joias nesta região é a ilha de Rathlin, a “rocha” habitada (por cerca de 100 pessoas) mais setentrional da Irlanda e situada entre a costa de Antrim e a Escócia.

Sua rede de alojamentos se reduz a vários celeiros de casas rurais convertidos em albergues e um hotel, o Manor House, remodelado graças a uma doação efetuada pelo magnata britânico Richard Branson, após ser resgatado do mar pelos aldeões quando tentava em 1987 atravessar o Atlântico em um globo aerostático.

Longas caminhadas pelos penhascos da ilha, mergulho e o avistamento de baleias corcundas, orcas, focas e aves são as principais atrações desta remota, agreste e encantadora paisagem.

Antes de retornar a Belfast, vale a pena parar uma noite na localidade de Bushmills, em plena rota da Calçada do Gigante, onde ainda fica a destiladora de uísque mais antiga do mundo.

O rei Jacob I outorgou a este povoado a licença para elaborar este “licor dos deuses” em 1608, mas documentos históricos contam que já se destilava uísque em Bushmills no século XIII.

As visitas diárias a suas instalações explicam de uma maneira simples e didática o triplo processo de destilação da cevada em alambiques de cobre e seu posterior amadurecimento em tonéis de carvalho.


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