The Battle of Clontarf Festival

Hoje aconteceu um festival bem interessante em Dublin, chamado The Battle of Clontarf Festival, contando um pouco da história dos vikings, costumes, batalhas e etc. 

Pra quem curte historias medievais, celtas é uma boa pedida.

Realizou – se no ST Anne’s Park, em D5. Havia muitas pessoas, o tempo estava lindo, com muito sol, enfim, valeu a pena.ImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagem

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NEM TUDO SÃO FLORES…

Me sinto extremamente incomodada, cada vez que leio o que o povo acha de fazer um intercambio. 
Nem tudo são flores, sonhadores.
É preciso muita coragem pra abrir mão do seu estilo de vida, das suas coisas, privacidade, emprego e vir ralar em um pais que apesar de lindo e organizado, nao te reconhece como um igual, aqui você não passa de um “foreign”. E não importa suas experiencias profissionais e diplomas que tenha acumulado no decorrer da vida, pois de nada valerá. O maximo que conseguirá é um sub-emprego de Cleaner, rickshaw, aupair, kitchen porter, entregar jornal e por ai vai.
Alem do que a concorrencia é grande, existem muitos outros foreign e você precisa ter um ótimo nivel de ingles pra conseguir um emprego decente.
E quando consegue, precisa ter muito sangue frio pra aturar as humilhações e trabalha pesado, pois aqui você não passa de um número e se não quiser, tem mil pra tomar sua vaga.
Sem contar a saudade de casa, dos amigos e até daquele emprego filha da puta que tinha.

A unica parte boa, é morar na Europa, ter facil acesso pra conhecer outros paises, seu ingles melhora consideravelmente e você conhece pessoas incriveis. 

Aqui você cresce e aprende a valorizar pequenas coisas.

Deixa de deslumbre, pessoal.

Apreciando a beleza de Cliffs of Moher

Apreciando a beleza de Cliffs of Moher

“O que eu quero não está na televisão e não há publicidade que possa me entreter – sequer a dou ouvidos.

O que eu quero só se pode sentir em movimento.

Nas idas sem voltas de novos caminhos, no ineditismo de boas caminhadas ou nas janelas que me oferecem vistas cintilantes.

O que quero só se pode sentir no silêncio incomunicável de um pôr do Sol que – posso jurar – não há câmera que o reproduza.

O que eu quero é presenciar a liberdade de me sentir tão solto e perdido, em meio a pessoas que não conheço, paisagens que não estou acostumado e climas que me são estranhos.

O que eu quero é sentir novamente a carência de rigores, que me desconecta de preconceitos e padrões, que me permite ser a versão mais sincera de mim.

O que eu quero é deixar meu olhar curioso.

Sorrir com espontaneidade, sentir minha sobrancelha arquear-se e desembrulhar cada minuto do meu dia como se fossem cartas embaralhadas pelo destino.

O que eu quero só se pode sentir na condição de carona – é quando o que estava rápido desacelera, uma porta se abre e o resto não mais importa.

Compartilhar momentos memoráveis com pessoas de outros países, continentes e realidades. Quando não descobrimos novas aventuras, descobrimos a nós mesmos. Ser diplomata da vida.

O que eu quero só se pode sentir depois de conversar horas com estranhos, beber novas culturas e brindar com novas palavras. Grandes amizades nascem assim. E amores também.

O que eu quero é aprender novas línguas – não para falar, mas para ouvir mais. Mergulhar em novos conhecimentos, sobrevoar novas religiões e pescar novos sentidos que me façam dar, à vida, uma chuva de significados.

O que eu quero…

O que eu quero só se pode sentir depois de percorrer estradas sem nenhum turista, subir montanhas com lendas locais e descobrir que tudo, na verdade, é especialmente único e perfeito. É descobrir que onde poucos chegam, muitos se encontram.

O que eu quero só se pode sentir depois de dormir em diferentes lugares e acordar olhando para tantos outros tetos. Ou às vezes estrelas – desprender-me: a liberdade de não pertencer a nada me permite, potencialmente, pertencer a tudo.

O que eu quero é silêncio.

Um momento presente de paz; e me conhecer. Gritar para o mundo que sou seu filho e escutar meu chamado ecoar, sem barreiras, até perder-se.

O que eu quero é ir mais longe, sentir o vento redesenhar meu rosto e ser contemplado com uma paisagem que me faça tirar os meus óculos escuros.

O que eu quero só se pode sentir quando o coração é a bússola. Das bandeiras que capitaneia minha alma; do sangue de explorador que desvirgina minhas veias – a livre e amaldiçoada necessidade de lograr novos horizontes.

O que eu quero viola preconceitos, visões pequenas e raízes profundas. À qualquer julgamento prevaleço calado. E sigo.

O que eu quero é viajar; mas viajar de verdade, com verdade e por novas verdades. Despir-me de fronteiras e rotas – ser um sopro de vento entre árvores. Tão livre e tão cativante.

O que eu quero, mesmo, é olhar para frente e saber que amanhã estarei lá.”

(Marcelo Penteado)

Fim de semana em Galway

Ola !!!

 

Tivemos um FDS sensacional, momentos maravilhosos, paisagens deslumbrantes e cia perfeita.

Alugamos um carro e passamos 2 dias em Galway. Fomos ao Ashford Castle e Cliff of Moher.

Foi tão empolgante que ja combinamos outras para os proximos dias.

Agora que o tempo começou a esquentar, tudo fica mais belo. Sem contar que estamos em horário de verão.

 

Asford Castle

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Cliffs of Moher

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